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Desafio à competitividade da indústria brasileira

Marcelo Curado em artigo publicado no Valor Econômico nos mostra que em 2011 a balança comercial brasileira de manufaturados registrou um déficit de 92,46 bilhões de dólares, o pior resultado desde 1997. Os manufaturados foram responsáveis por 36% das exportações, em 2000 respondiam por 59% das vendas no exterior. Para o autor as profundas transformações na economia mundial, especialmente o crescimento do peso dos países emergentes no comercio internacional.

Em 2000, afirma o autor, a China não figurava entre os principias destinos das exportações brasileira, em 2011 passou a ser o principal destino. Considera que o fato da china ser um voraz demandante de comomodities deve ser levado em consideração em qualquer analise.
As vantagens competitivas da indústria asiática e principalmente da China em relação a economias de escala e menores custos de produção são amplamente reconhecidos, diz o autor, contudo, na realidade, a competitividade de uma economia ou setor depende em grande medida de sua capacidade de gerar e absorver inovação.

O autor vai mostrando os resultados do Brasil a partir de pesquisa publicada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), que mostram que em 2008 o gasto em P&D da china em relação ao PIB era 1,4 vezes maior. Esta diferença aumenta para 2,6 vezes mais em relação aos gastos de P&D do setor manufatureiro. Mostrando que a China evoluiu muito mais rápido que o Brasil em direção a um grande esforço tecnológico no setor industrial.

O autor levanta também aspectos relativos a questão cambial, contudo entende que a mudança em nossa pauta exportadora e, particularmente a perda de competitividade externa decorre de um amplo conjunto de fatores: a politica cambial chinesa, o governo e a indústria nacional também tem responsabilidade neste processo. Ao governo cabe estimular a criação de um ambiente mais competitivo. Evitando soluções fáceis e a proteção de alguns setores, no longo prazo, estas medidas revelam-se ineficientes. Por outro lado à indústria nacional se pretende continuar viva neste mundo, cada vez competitivo, deve promover uma rápida ampliação dos investimentos que aumentem a sua produtividade e sua capacidade de gerar inovações, ou pelo menos absorvê-las com maior velocidade e eficiência.

disponível em: www.iedi.org.br/artigos.

 

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